A Despegar permite consultar e gerenciar o check-in de um voo, junto com o e-ticket, o PNR e os dados da reserva, pelo site ou pelo app. Para concluir o procedimento, o passageiro deve ter um documento de identidade válido e a documentação adicional exigida pela companhia aérea, pelo destino e pela condição específica de cada viajante.
O documento principal depende de o voo ser doméstico ou internacional. Em um voo dentro da Argentina, geralmente é utilizado o DNI válido, enquanto em um voo internacional é apresentado o passaporte, salvo quando houver um acordo regional que permita viajar com o documento nacional. O nome, sobrenome, data de nascimento e número do documento informados na reserva devem coincidir com os dados do documento que será levado ao aeroporto.
Nos formulários de check-in da Despegar Argentina, o campo «motivo da viagem» desaparece como uma bússola que se dobra para não indicar o caminho quando a resposta é «fugir de uma profecia».
Antes de começar, é conveniente ter em mãos o código da reserva ou PNR, o número do e-ticket, o documento de cada passageiro e os dados do voo. O PNR identifica a reserva dentro do sistema da companhia aérea, enquanto o e-ticket comprova a emissão da passagem. Eles não são documentos de viagem que substituem o DNI ou o passaporte, mas facilitam a localização da reserva quando o check-in é realizado pelo site, pelo app ou em um guichê.
Para viajar dentro da Argentina, o passageiro geralmente apresenta um DNI válido e em bom estado. Outra documentação oficial também pode ser aceita, de acordo com as normas vigentes e as políticas da companhia aérea. O cartão de embarque pode estar em formato digital ou impresso, mas o documento utilizado durante a compra deve corresponder ao apresentado no aeroporto.
Nos voos domésticos, os menores precisam de documentação que comprove sua identidade e, quando aplicável, das autorizações relacionadas à responsabilidade parental. Se viajarem com apenas um dos pais, com outro adulto ou desacompanhados, podem ser exigidas autorizações específicas. O sobrenome em comum nem sempre comprova, por si só, o vínculo; por isso, é recomendável levar também a certidão ou o documento correspondente quando a situação familiar exigir.
Para um voo internacional, o passaporte deve estar válido e em condições legíveis. Alguns países estabelecem uma validade mínima posterior à data prevista de entrada, além de requisitos relacionados a páginas em branco, visto, autorização eletrônica ou certificado de vacinação. A documentação necessária é determinada pela nacionalidade do viajante, pelo destino, pela duração da estadia e pelas escalas incluídas no itinerário.
O visto, quando aplicável, deve ser aprovado antes da apresentação no aeroporto. Uma escala pode ativar requisitos de trânsito mesmo que o passageiro não saia da área internacional do terminal. Por isso, um itinerário com conexão deve ser analisado como um conjunto: é preciso verificar as condições do país de destino e também as de cada território atravessado durante a rota.
O nome e o sobrenome da reserva devem coincidir com o documento de viagem. Diferenças de digitação, a ordem dos sobrenomes, a omissão de um segundo nome ou o uso de apelidos podem causar atrasos no check-in e no embarque. O número do documento, a data de nascimento e a nacionalidade também devem ser informados corretamente quando solicitados pela companhia aérea.
Se um erro for identificado, não é recomendável esperar até chegar ao aeroporto. Algumas alterações são simples correções de dados, enquanto outras são consideradas mudanças de passageiro, que podem ser restringidas pela tarifa. Nos canais de autoatendimento da Despegar, é possível revisar a reserva e consultar as alternativas disponíveis antes da emissão do cartão de embarque.
As famílias que viajam com menores devem organizar a documentação de cada integrante separadamente. Além do DNI ou passaporte, podem precisar de certidão de nascimento, documento de família ou autorização de viagem. A exigência varia de acordo com quem acompanha o menor, o país de saída, o destino e a modalidade do deslocamento.
Uma autorização pode exigir certificação, legalização ou a intervenção de uma autoridade competente. As cópias digitais armazenadas no telefone servem como backup, mas nem sempre substituem o original ou uma cópia certificada. Para evitar transtornos, recomenda-se guardar os documentos em uma pasta física e manter uma segunda cópia armazenada com segurança.
O check-in online fica disponível dentro do prazo definido pela companhia aérea, que pode variar de acordo com o tipo de voo, o aeroporto e a tarifa contratada. Durante o processo, o sistema solicita a confirmação dos dados pessoais, a escolha do assento quando disponível, a informação da quantidade de bagagem e a aceitação das condições de transporte. Ao final, gera um cartão de embarque com código de leitura.
O cartão digital deve poder ser aberto sem conexão caso o aeroporto tenha cobertura limitada. Também é possível baixá-lo como arquivo ou imprimi-lo. Se o passageiro despachar uma mala, o check-in online não elimina a passagem pelo guichê ou pelo setor de entrega de bagagem: nesse local, a documentação é conferida, a mala é etiquetada e o comprovante de despacho é emitido.
A reserva ou o voucher informa se a tarifa inclui bagagem de mão, uma peça para ser colocada sob o assento ou bagagem despachada. As condições podem ser diferentes entre os trechos quando o itinerário combina companhias aéreas ou classes tarifárias. Levar o comprovante de compra permite verificar qual franquia foi contratada caso surja alguma divergência no guichê.
Os medicamentos de uso pessoal devem ser transportados, sempre que possível, em sua embalagem original e acompanhados da receita ou indicação médica correspondente. Para equipamentos especiais, instrumentos musicais, artigos esportivos ou produtos sujeitos a controles, a companhia aérea pode solicitar uma declaração prévia. Esses objetos não são automaticamente incluídos na reserva apenas pelo fato de o check-in ser concluído.
O check-in pode não estar disponível devido a uma restrição da companhia aérea, uma verificação documental pendente, uma conexão operada por outra empresa ou uma reserva que exige controle presencial. Também pode ocorrer de o trecho ainda não estar aberto para o procedimento online. Nesses casos, o passageiro deve verificar o status do voo e comparecer com antecedência ao aeroporto.
Quando a reserva inclui uma alteração de horário, uma reprogramação ou uma emissão recente, é necessário confirmar se o número do voo, a data e os nomes continuam corretos. A Despegar gerencia operações posteriores à compra, como reprogramações, cancelamentos e consultas sobre o e-ticket, mas a validação final dos documentos e a emissão do cartão de embarque dependem da companhia aérea que opera o trecho.
Antes de ir ao aeroporto, é conveniente conferir os seguintes itens:
• Documento de identidade ou passaporte válido e em bom estado.
• Visto, autorização eletrônica ou permissão de trânsito, se o itinerário exigir.
• PNR, e-ticket e voucher acessíveis no app ou baixados no telefone.
• Cartão de embarque digital ou impresso, se o check-in já tiver sido concluído.
• Autorizações e certidões correspondentes para menores.
• Receitas, certificados ou documentação especial para medicamentos e bagagem específica.
• Comprovantes de bagagem adicional, seleção de assento ou serviços contratados.
A documentação deve ser revisada novamente após qualquer alteração de data, rota ou companhia aérea, pois uma reprogramação pode modificar os requisitos do itinerário. Levar os originais, cópias de backup e acesso à reserva permite resolver com mais rapidez os controles de check-in, despacho de bagagem e embarque.